lótus
[Da correspondência pessoal de Charity Schuck para Bernard Ossiam-Smithee:]
Dear,
Seu sumiço, ainda que justo, costantemente me causa dores de saudade.
Encontrei um antigo e-mail seu - uma narrativa, que julgava ter perdido. Fala de seus segredos, e dos meus, e me deu calores esquecidos. Torço para que faça o mesmo por você.
"Você entra no quarto, displicentemente, sem se preocupar - afinal, sabe que está a sós. Isso não é verdade; atrás de uma porta levemente entreaberta, meusolhos acompanham os movimentos de seu corpo: seja a cadência das fartas cadeiras, balançando ao ritmo do andar cadenciado e sinuoso que só as gordas têm, ou a luz que incide sob seu colo, dando à silhueta arredondada do busto generoso formas ainda mais provocantes e convidativas.
"Perdida na solidão tranquila de sua privacidade, você se despe displicentemente, deixando as peças escorregarem pelo relevo generoso de seios e ancas até caírem abandonada no chão do aposento. Meus olhos acompanham o trajeto sinuoso, se deliciando com as formas que se sugerem sob o suave drapejo das roupas.
"Movimentos simples como um abaixar para tirar as calças sob as pernas ou um desabotoar de soutien ganham vida nova e provocam sensações exasperantes, pequenas palpitações de excitação ao deleitar-me com a visão das formas poderosas do opulento corpo feminino, revelado em ângulos preciosos e inusitados: nádegas sensuais, coxas convidativas, a púbis deliciosamente fornida - cada detalhe que exalta a soberania das musas rubenescas.
"E na certeza de privacidade, sinto crescer nos movimentos de suas mãos uma busca por toques, a procura por sensações escondidas nas partes mais ítimas do seu corpo. O que era um resvalo torna-se um toque, e em seguida vira carícia, percorrendo seu a maciez de seu corpo farto sob meu olhar atendo e cada vez mais excitado.
"Vejo-a sentar-se sobre os lençóis arrumados, debruçando-se em seguida de lado, como num divã, ainda tateando as próprias zonas erógenas. As mãos desenham com caarinho o bojo dos seios, a superfície das auréolas, a rigidez dos mamilos. Pressão, apalpo, atrito - a cabeça inclina para trás, olhos fechados em êxtase pelas sensações que crescem em seu corpo tanto quanto em minhas calças. A ereção torna-se inevitável para mim quando você finalmente se deita de costas, plantas dos pés sobre a cama, joelhos dobrados e pernas entreabertas permitindo às mãos a exploração necessária. A visão é magnífica; o corpo farto em curvas é pura lascívia gráfica, movendo-se sinuosamente em resposta aos estímulos. Começo eu mesmo a me masturbar, ante a impossibilidade de ignorar o que vejo.
"Você se entrega completamente ao ritual de autoerotização, gemendo e arfando quase em sintonia com minha própria respiração, dentro do closet. Por um momento tudo parece parar, quase como se um pré-gozo anunciasse a chegada, então suas mão relaxam, você se senta na cama, olhando em direção ao closet, e diz:
" 'Pode sair.'
"Meu coração pula ao perceber que seus olhos me alcançam diretamente pela fresta da porta. Então, era eu o iludido; você sabia de minha presença o tempo todo! Sem ter outra possibilidade, abro vacilante a porta e a vejo novamente deitada, as pernas entreabertas, as poderosas coxas convidando-me ao tato.
"O susto, o medo passageiro, a incerteza - tudo mais evanesce ante o convite da carne, e eu avanço ate a cama. Ajoelho-me na borda e num impulso leve avanço entre suas pernas, acariciando as batatas, tateando por trás dos joelhos, até chegar próximo às ancas que tanto me fascinavam. Aspalpo-as, sentindo o prazer da carne em minhas mãos, a maciez e a consistência felliniana de suas coxas.
"Meus lábios percorrem toda a extensão, sentindo o sabor e a textura, enquanto as mãos exploram os quadris, sorvendo cada sensação. Afundo meu rosto sobre sua púbis, acariciando seu sexo com a língua, procurando ler cada resposta a meus movimentos. A boca se mexe incessantemente, manipulando o clitoris, alternando atos bruscos e surpresas.
"Ouço seus gemidos como rumores no escuro, reagindo com mais ou menos intensidade, alternando graves e agudos ao sabor de meu trabalho e seu sexo. Me satisfaço afundando minhas mãos em sua carne macia, saciando minha luxúria por opulência carnal em cada deliciosa curva de seu corpo. Num ímpeto, começo a suber entre suas pernas, sugando , lambendo e excitando centimetro a centimetro cada trecho de você.
"Meus lábios chegam aos seios fartos e não hesitam um só instante em saboreá-los. A boca corre sobre a auréola, fazendo uma sucção suave porém firme, enquanto a língua brinca displicentemente com o mamilo. As mãos apalpam o outro seio e sua cintura, mantendo seu corpo próximo para não perder um só instante de prazer. A brincadeira se prolonga pelo que parece ser uma eternidade, alternado de um seio a outro, sem nunca parar com a bolinação insidiosa pelas curvas e dobras de seu corpo. Até que num gesto impetuoso, acomodo-me entre suas pernas e penetro-a de uma só vez.
"Meu corpo puxa o seu com força e firmeza, comandando o ritmo forte da penetraçao, meu penis invadindo o aconchego de seu sexo sem meios termos ou relutâncias. As mãos seguram firmemente suas nádegas, apalpando-as e puxando-a para mais perto, mais para dentro, com mais força. Sua reação é imediata, segurando a respiração de sopetão e apertando meu corpo com força sobre o seu.
"A boca explora o pescoço, mordiscando e chupando, quase consumindo-a predatoriamente no processo. De momento em momento, páro bruscamente, buscando segurar o prazer indefinidamente, retomando em seguida com a mesma voracidade. A saciação prossegue por mais alguns segundos, enquanto sinto suas mãos cravando nas minhas costas, reagindo a cada estocada.
"Num movimento rápido, giro deixando-nos de lado, desvencilhando-me de suas coxas e te puxando em seguida para fazer teu corpo girar novamente, te deixando de bruços. Minha perna passa por cima da sua, instalando-se entre suas coxas, e eu te seguro com firmeza e carinho por trás, beijando o pescoço e as orelhas e mordiscando as costas.
"Roço meu penis entre suas nádegas sem adentrá-las, apenas provocando excitação, enquanto meu corpo subjulga o seu atritando prazer e sensualidade. Sussuro em seu ouvido, pedindo que fique de quatro, e sinto seu impulso em levantar-se sobre as mão, as coxas fartas ainda entreabertas, a bunda redonda e macia completando o quadro perfeito para minha excitação final.
"Seguro-a pelas ancas e passo meu penis por entre suas pernas, buscando o calor do seu sexo. Penetro-a novamente com ímpeto e êxtase, indo o mais fundo que a posição me permite. Sinto sua reação, seus músculos contraindo em torno no meus penis à medida em que retomo o ritmo da penetração e me delicio com o vai e vem de suas coxas.
"O ritmo se acelera e eu te puxo com força, traze do suas nádegas para meu colo e mantendo a penetração funda e intensa. A excitação cresce, e eu espalmo a mão aberta em sua bunda, provocando um estalo forte seguido de um gemido profundo de sua garganta. A marca avermelhada deixa ainda mais excitante a visão de suas nádegas mexendo em minha frente. Outra palmada, outros estalo, e sinto um retorno de prazer vindo de sua voz arfante. 'Mais, mais!' Posso ouvir sua voz tensa entre a respiração forte.
"Acelero a penetração. A palma estalante, a marca levemente vermelha do tapa em sua bunda, a reação ao meu ato, na contração voluntária de seus sexo em meu penis. As estocadas ficam mais fortes e rápidas, as mão agarradas fortemente a suas ancas, e pressinto que seu gozo está para vir. Diante da inevitabilidade do fim, me seguro o máximo que posso até ouvir seu grito, e em seguida me deixo entregar ao orgasmo, inundando seu corpo com o produto de meu prazer.
"Tombo o corpo ao seu lado, puxando o seu para junto do meu, em concha, enquanto perco a consciência após o devaneio de meu gozo.
"Bernard Ossian Smithee"
Cheerfully,
Charity
Dear,
Seu sumiço, ainda que justo, costantemente me causa dores de saudade.
Encontrei um antigo e-mail seu - uma narrativa, que julgava ter perdido. Fala de seus segredos, e dos meus, e me deu calores esquecidos. Torço para que faça o mesmo por você.
"Você entra no quarto, displicentemente, sem se preocupar - afinal, sabe que está a sós. Isso não é verdade; atrás de uma porta levemente entreaberta, meusolhos acompanham os movimentos de seu corpo: seja a cadência das fartas cadeiras, balançando ao ritmo do andar cadenciado e sinuoso que só as gordas têm, ou a luz que incide sob seu colo, dando à silhueta arredondada do busto generoso formas ainda mais provocantes e convidativas.
"Perdida na solidão tranquila de sua privacidade, você se despe displicentemente, deixando as peças escorregarem pelo relevo generoso de seios e ancas até caírem abandonada no chão do aposento. Meus olhos acompanham o trajeto sinuoso, se deliciando com as formas que se sugerem sob o suave drapejo das roupas.
"Movimentos simples como um abaixar para tirar as calças sob as pernas ou um desabotoar de soutien ganham vida nova e provocam sensações exasperantes, pequenas palpitações de excitação ao deleitar-me com a visão das formas poderosas do opulento corpo feminino, revelado em ângulos preciosos e inusitados: nádegas sensuais, coxas convidativas, a púbis deliciosamente fornida - cada detalhe que exalta a soberania das musas rubenescas.
"E na certeza de privacidade, sinto crescer nos movimentos de suas mãos uma busca por toques, a procura por sensações escondidas nas partes mais ítimas do seu corpo. O que era um resvalo torna-se um toque, e em seguida vira carícia, percorrendo seu a maciez de seu corpo farto sob meu olhar atendo e cada vez mais excitado.
"Vejo-a sentar-se sobre os lençóis arrumados, debruçando-se em seguida de lado, como num divã, ainda tateando as próprias zonas erógenas. As mãos desenham com caarinho o bojo dos seios, a superfície das auréolas, a rigidez dos mamilos. Pressão, apalpo, atrito - a cabeça inclina para trás, olhos fechados em êxtase pelas sensações que crescem em seu corpo tanto quanto em minhas calças. A ereção torna-se inevitável para mim quando você finalmente se deita de costas, plantas dos pés sobre a cama, joelhos dobrados e pernas entreabertas permitindo às mãos a exploração necessária. A visão é magnífica; o corpo farto em curvas é pura lascívia gráfica, movendo-se sinuosamente em resposta aos estímulos. Começo eu mesmo a me masturbar, ante a impossibilidade de ignorar o que vejo.
"Você se entrega completamente ao ritual de autoerotização, gemendo e arfando quase em sintonia com minha própria respiração, dentro do closet. Por um momento tudo parece parar, quase como se um pré-gozo anunciasse a chegada, então suas mão relaxam, você se senta na cama, olhando em direção ao closet, e diz:
" 'Pode sair.'
"Meu coração pula ao perceber que seus olhos me alcançam diretamente pela fresta da porta. Então, era eu o iludido; você sabia de minha presença o tempo todo! Sem ter outra possibilidade, abro vacilante a porta e a vejo novamente deitada, as pernas entreabertas, as poderosas coxas convidando-me ao tato.
"O susto, o medo passageiro, a incerteza - tudo mais evanesce ante o convite da carne, e eu avanço ate a cama. Ajoelho-me na borda e num impulso leve avanço entre suas pernas, acariciando as batatas, tateando por trás dos joelhos, até chegar próximo às ancas que tanto me fascinavam. Aspalpo-as, sentindo o prazer da carne em minhas mãos, a maciez e a consistência felliniana de suas coxas.
"Meus lábios percorrem toda a extensão, sentindo o sabor e a textura, enquanto as mãos exploram os quadris, sorvendo cada sensação. Afundo meu rosto sobre sua púbis, acariciando seu sexo com a língua, procurando ler cada resposta a meus movimentos. A boca se mexe incessantemente, manipulando o clitoris, alternando atos bruscos e surpresas.
"Ouço seus gemidos como rumores no escuro, reagindo com mais ou menos intensidade, alternando graves e agudos ao sabor de meu trabalho e seu sexo. Me satisfaço afundando minhas mãos em sua carne macia, saciando minha luxúria por opulência carnal em cada deliciosa curva de seu corpo. Num ímpeto, começo a suber entre suas pernas, sugando , lambendo e excitando centimetro a centimetro cada trecho de você.
"Meus lábios chegam aos seios fartos e não hesitam um só instante em saboreá-los. A boca corre sobre a auréola, fazendo uma sucção suave porém firme, enquanto a língua brinca displicentemente com o mamilo. As mãos apalpam o outro seio e sua cintura, mantendo seu corpo próximo para não perder um só instante de prazer. A brincadeira se prolonga pelo que parece ser uma eternidade, alternado de um seio a outro, sem nunca parar com a bolinação insidiosa pelas curvas e dobras de seu corpo. Até que num gesto impetuoso, acomodo-me entre suas pernas e penetro-a de uma só vez.
"Meu corpo puxa o seu com força e firmeza, comandando o ritmo forte da penetraçao, meu penis invadindo o aconchego de seu sexo sem meios termos ou relutâncias. As mãos seguram firmemente suas nádegas, apalpando-as e puxando-a para mais perto, mais para dentro, com mais força. Sua reação é imediata, segurando a respiração de sopetão e apertando meu corpo com força sobre o seu.
"A boca explora o pescoço, mordiscando e chupando, quase consumindo-a predatoriamente no processo. De momento em momento, páro bruscamente, buscando segurar o prazer indefinidamente, retomando em seguida com a mesma voracidade. A saciação prossegue por mais alguns segundos, enquanto sinto suas mãos cravando nas minhas costas, reagindo a cada estocada.
"Num movimento rápido, giro deixando-nos de lado, desvencilhando-me de suas coxas e te puxando em seguida para fazer teu corpo girar novamente, te deixando de bruços. Minha perna passa por cima da sua, instalando-se entre suas coxas, e eu te seguro com firmeza e carinho por trás, beijando o pescoço e as orelhas e mordiscando as costas.
"Roço meu penis entre suas nádegas sem adentrá-las, apenas provocando excitação, enquanto meu corpo subjulga o seu atritando prazer e sensualidade. Sussuro em seu ouvido, pedindo que fique de quatro, e sinto seu impulso em levantar-se sobre as mão, as coxas fartas ainda entreabertas, a bunda redonda e macia completando o quadro perfeito para minha excitação final.
"Seguro-a pelas ancas e passo meu penis por entre suas pernas, buscando o calor do seu sexo. Penetro-a novamente com ímpeto e êxtase, indo o mais fundo que a posição me permite. Sinto sua reação, seus músculos contraindo em torno no meus penis à medida em que retomo o ritmo da penetração e me delicio com o vai e vem de suas coxas.
"O ritmo se acelera e eu te puxo com força, traze do suas nádegas para meu colo e mantendo a penetração funda e intensa. A excitação cresce, e eu espalmo a mão aberta em sua bunda, provocando um estalo forte seguido de um gemido profundo de sua garganta. A marca avermelhada deixa ainda mais excitante a visão de suas nádegas mexendo em minha frente. Outra palmada, outros estalo, e sinto um retorno de prazer vindo de sua voz arfante. 'Mais, mais!' Posso ouvir sua voz tensa entre a respiração forte.
"Acelero a penetração. A palma estalante, a marca levemente vermelha do tapa em sua bunda, a reação ao meu ato, na contração voluntária de seus sexo em meu penis. As estocadas ficam mais fortes e rápidas, as mão agarradas fortemente a suas ancas, e pressinto que seu gozo está para vir. Diante da inevitabilidade do fim, me seguro o máximo que posso até ouvir seu grito, e em seguida me deixo entregar ao orgasmo, inundando seu corpo com o produto de meu prazer.
"Tombo o corpo ao seu lado, puxando o seu para junto do meu, em concha, enquanto perco a consciência após o devaneio de meu gozo.
"Bernard Ossian Smithee"
Cheerfully,
Charity
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