mcbetch is not mcdreamy
[Da correspondência pessoal de Bernard Ossiam-Smithee para Charity Schuck:]
Sweet Charity
eu vou chegar ao fim da minha vida sem nunca ter conseguido realmente abandonar nada, quebrar algo, terminar algo. talvez eu viva cheio de medos. talvez eu viva preso demais. talvez eu nunca consiga discernir isso de verdade.
sabe por que? porque para saber isso eu precisaria querer algo. querer de verdade. e eu não sei o que quero.
não falo do querer banal e superficial dos prazeres momentâneos. falo de um querer maior, que está impresso nas decisões e escolhas que fazemos para vida. passo a vida copiando os quereres de outrem, como john doe disse ter feito com a vida de mills.
mas quando isso não vem de dentro, é só mais uma banalidade levada adiante. como quando se perde o contato consigo próprio. uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria, significando nada.
Cheers,
B.
Sweet Charity
eu vou chegar ao fim da minha vida sem nunca ter conseguido realmente abandonar nada, quebrar algo, terminar algo. talvez eu viva cheio de medos. talvez eu viva preso demais. talvez eu nunca consiga discernir isso de verdade.
sabe por que? porque para saber isso eu precisaria querer algo. querer de verdade. e eu não sei o que quero.
não falo do querer banal e superficial dos prazeres momentâneos. falo de um querer maior, que está impresso nas decisões e escolhas que fazemos para vida. passo a vida copiando os quereres de outrem, como john doe disse ter feito com a vida de mills.
mas quando isso não vem de dentro, é só mais uma banalidade levada adiante. como quando se perde o contato consigo próprio. uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria, significando nada.
Cheers,
B.
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